Meteorito que caiu no oceano está sendo procurado por navios dos EUA

meteorito que caiu no oceano pode ser recuperado nos EUA
Pela primeira vez na história, um meteorito pode ser recuperado no leito de um oceano!


No dia 07 de março de 2018, um meteoro super brilhante (bólido) foi observado a cerca de 25 quilômetros da costa de Washington, nos EUA. Agora, a Ocean Exploration Trust está trabalhando com cientistas da Olympic Coast National Marine Sanctuary, da NASA, e da Universidade de Washington para localizar e recuperar o meteorito.



Essa missão é histórica, já que nenhum meteorito foi recuperado no oceano, pelo menos até agora. Ainda é possível acompanhar a missão ao vivo no site http://www.nautiluslive.org.

Navio de Exploração Nautilus - Ocean Exploration Trust
Navio de Exploração Nautilus.
Créditos: Ocean Exploration Trust

O Navio de Exploração Nautilus mapeou uma área de 1 quilômetro quadrado no oceano. Essa área está sendo monitorada e estudada por veículos submarinos operados remotamente chamados Hercules e Argus.




Se esses submarinos robóticos encontrarem alguma coisa, teremos uma surpresa fantástica: a primeira recuperação de um meteorito no oceano!


No dia 02 de julho de 2018, às 23:00 UTC, os membros da equipe realizaram um mergulho. E nessa quarta-feria, 04 de julho, outro mergulho será feito na região monitorada.

Uma análise feita pelo curador de poeira cósmica da NASA, Marc Fries, que está a bordo do navio Nautilus, para a expedição, indica que o meteorito que caiu no mar e que está sendo procurado deve ter cerca de duas toneladas. Marc estima que, no local de queda do maior fragmento, deve haver dois ou três meteoritos a cada 10 metros quadrados. Mas eles provavelmente estão assentados no leito marinho, a uma grande profundidade, o que dificulta tanto sua localização quanto sua possível recuperação.




Essa missão pioneira tem o apoio do Escritório de Pesquisa e Exploração do Oceano da Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA, do Fundo de Exploração de Oceanos, e também da Sociedade National Geographic.


Imagens: (capa-EVNautilus/divulgação) / Ocean Exploration Trust
04/07/18


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7 comentários:

  1. Na condição de baiano, pergunto aos da CASA DO CARI, cariocas:

    Como recuperar meu BENDEGÓ?

    já que tomaram posse do SAMBA, tornando-o até, mais bonito: devolvam meu METEORITO.

    Certa vez compus um SAMBA: com esse tema.

    Até que eu ficaria satisfeito: com uma linda carioquinha.

    Tornaria mais alegre a vida, do filho de MAINHA.

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    1. Será que Anônimo vai me processar?

      Elogiei pra caramba: e nada!

      Se me processar: estou ferrado.

      Pela situação que se encontram a maioria dos que desenvolvem CIÊNCIAS no BRASIL, vendendo o almoço, pra comprar a janta:

      Só se eu vendesse um dos meus rins para pagar advogado: e suposta indenização.

      Mas quem iria comprar um dos rins de uma pessoa com quase sessenta anos, ambos com cistos?

      Na minha família tem médicos, geógrafos, químicos, físicos, historiadores, nutricionistas, psicólogos, enfermeiros, gestores públicos, dentistas: só que advogados: não tem.

      Tem algum que acessa o GALERIA, pra me defender?

      Anônimo: diz alguma coisa!

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  2. Que perigo passaram os moradores da capital americana!!Duas tonenaladas caindo à velocidade de 50 m\s aproximadamente...hummm... que algum nerd faça o cálculo, mas seria equivalente à algumas bombas atômicas hein.

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    1. Lá vai:
      50 m/s da mais ou menos 180 km/h. Duas toneladas nessa velocidade vai dar 2.500.000 joules. Convertendo, vai ser igual a 0,0025 toneladas de TNT.
      Mas ser for ver bem, 2 toneladas à 180 km/h, vai ser próximo de uma batida de carro nessa velocidade.
      Se errei alguma coisa, corrijam-me.

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    2. O certo é 50 km/s,daria 180.000 km/h, cerca de 2,5 kilotons...Hiroshima era 15 kilotons.
      Seria um impacto bem energético mas há outras variáveis como o ângulo de impacto,densidade e composição do meteorito, impact Earth e um programa que faz esse calculo.

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    3. Não achei a velocidade no texto, fui pelo comentário... Ia ser uma pancada da boa...

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